Gleaming Stars

E que melhor que escrever, se por vezes nom estou com sono...

PESTANAS

  • 'O coelho da Alice' 7 histórias
  • Série 'Nacos'
  • Poemário 'Feridamorte'
  • 'Poemário imberbe'
  • 'Em suspenso' 20 poemas sobre o 2020
  • 'Cantos contos' a retalho
  • Poemário 'in.timo'
  • 'Fogos de artifício' pornopoemas
  • 'Quatro' poemas estacionais
  • 'Figa' poemas empoderados
  • 'Poesia incompleta para dissidentes'
  • 'Atlântidas' poemas oceânicos
  • 'Lira' cantigas estilo tradi
  • 'Unicórnios' poemas soltos

17.1.22

Vazio ('Poemário imberbe' 5: trilhos 5)






Vazio

um oco no tempo


Silêncio

como num porto os ouvidos


Fastio

na montanha invertida


Noite 


Escuridade


Vazio 



Eva Loureiro Vilarelhe




Posted by Eva Loureiro Vilarelhe at 10:00
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no XPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Labels: desesperaçom, dor, Drama, Em galego, emgalego, Mulher, Personalidade, Poema, poemárioimberbe, Poesia, trilhos, Vazio, Versos
Location: Ferrol, Corunha, Espanha
Mensagem mais recente Mensagem antiga Página inicial

Booktrailers e mais

Booktrailers e mais
O meu canal no YouTube

Livros publicados

Livros publicados
Huellas bajo el agua, EOLAS Ediciones (2025)

Rojo fuego, EOLAS Ediciones (2023)

Los gatos no tienen casa, EOLAS Ediciones (2021)

Trilogia

Trilogia
Predestinados (2016), Cuando las nubes están rosas es que va a llover (2017), ¿Cuál es tu sueño? (2018)

Escultora

Escultora
Explorando a artista ecologista que hai em mim

Acerca de mim

A minha foto
Eva Loureiro Vilarelhe
Ver o meu perfil completo

Podcast 'Palavra perduda' na Rádio Filispim

Podcast 'Palavra perduda' na Rádio Filispim
Programa 1: As personagens femininas em autores masculinos

Programa 2: O eu protagonista, real ou fictício

Programa 3: Cânone e gosto

Programa 4: Literatura, em feminino do plural

Populares da semana

  • Oh mai, vou ser mai ('Poemário imberbe' 24: verme 9)
    Oh mai, vou ser mai E que? Tenho medo De que? De nom o querer ser de ter um bandulho enorme de que fazer se o tenho Querê-lo E se nom me que...
  • Messias ('in.timo' 14)
    Semelho à espera de alguém que me salve da minha vida estreita dos meus erros enquistados de mim mesma em definitiva quando o certo é que no...
  • Vejo faíscas nos teus olhos ('Poemario imberbe' 17: verme 2)
    Vejo faíscas nos teus olhos vaga-lumes no teu cabelo o teu sorriso de lôstrego e as tuas sardas de ouro O que vês som as estrelas no céu Eva...
  • Borbota ('Fogos de artifício' 9)
    Agroma à minha boca, a tua mao abrange boa parte da coxa, e engasga-se-me a frase. Na entreperna borbota, veludo cobre o glande, a voz pom-s...
  • Lambetada ('Poesia incompleta para dissidentes' 6)
    A língua serve para comer a língua serve para lamber a língua serve para beijar a língua serve para falar Língua que nom come morre esfamead...
  • Intimidade relativa ('O coelho da Alice' 6)
    Desde que Marga entra pola porta, a sala ilumina-se. Nom só a causa do seu carácter alegre e extrovertido —todo o contrário ao da sua compan...
  • Apesar de todo ('Poemário imberbe' 2: trilhos 2)
    Apesar de todo nom gardo rancor amarga infância prefiro esquecê-lo todo salvo os sorrisos Eva Loureiro Vilarelhe

Arquivo do blogue

  • ►  2026 (6)
    • ►  junho (1)
    • ►  maio (1)
    • ►  abril (1)
    • ►  março (1)
    • ►  fevereiro (1)
    • ►  janeiro (1)
  • ►  2025 (12)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  novembro (1)
    • ►  outubro (1)
    • ►  setembro (1)
    • ►  agosto (1)
    • ►  julho (1)
    • ►  junho (1)
    • ►  maio (1)
    • ►  abril (1)
    • ►  março (1)
    • ►  fevereiro (1)
    • ►  janeiro (1)
  • ►  2024 (18)
    • ►  dezembro (2)
    • ►  novembro (2)
    • ►  outubro (2)
    • ►  setembro (2)
    • ►  julho (1)
    • ►  junho (1)
    • ►  maio (2)
    • ►  abril (1)
    • ►  março (1)
    • ►  fevereiro (2)
    • ►  janeiro (2)
  • ►  2023 (22)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  novembro (2)
    • ►  outubro (2)
    • ►  setembro (2)
    • ►  agosto (2)
    • ►  julho (2)
    • ►  junho (1)
    • ►  maio (2)
    • ►  abril (2)
    • ►  março (2)
    • ►  fevereiro (2)
    • ►  janeiro (2)
  • ▼  2022 (61)
    • ►  dezembro (2)
    • ►  novembro (2)
    • ►  outubro (2)
    • ►  setembro (2)
    • ►  agosto (1)
    • ►  julho (2)
    • ►  junho (3)
    • ►  maio (2)
    • ►  abril (6)
    • ►  março (12)
    • ►  fevereiro (17)
    • ▼  janeiro (10)
      • Prezada esmeralda ('Poemário imberbe' 10: trilhos 10)
      • Inverno ('Poemário imberbe' 9: trilhos 9)
      • ... ('Poemário imberbe' 8: trilhos 8)
      • Deitado ('Poemário imberbe' 7: trilhos 7)
      • Longa noite ('Poemário imberbe' 6: trilhos 6)
      • Vazio ('Poemário imberbe' 5: trilhos 5)
      • Do meu eu ('Poemário imberbe' 4: trilhos 4)
      • Agardo ('Poemário imberbe' 3: trilhos 3)
      • Apesar de todo ('Poemário imberbe' 2: trilhos 2)
      • Som moi nova e ('Poemário imberbe' 1: trilhos 1)
  • ►  2021 (38)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  novembro (2)
    • ►  outubro (2)
    • ►  setembro (2)
    • ►  junho (2)
    • ►  maio (3)
    • ►  abril (3)
    • ►  março (3)
    • ►  fevereiro (15)
    • ►  janeiro (5)
  • ►  2020 (6)
    • ►  novembro (1)
    • ►  junho (2)
    • ►  maio (1)
    • ►  março (1)
    • ►  fevereiro (1)
  • ►  2019 (2)
    • ►  dezembro (1)
    • ►  maio (1)
  • ►  2018 (1)
    • ►  maio (1)
  • ►  2017 (5)
    • ►  novembro (1)
    • ►  setembro (1)
    • ►  julho (1)
    • ►  junho (1)
    • ►  maio (1)

Vezes que sonho esperta por dia

Eva Loureiro Vilarelhe. Tema Viagens. Com tecnologia do Blogger.